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Archive for the ‘Point of view’ Category

drops

gum-drops

 

drops

 

 

# e finalmente o Marcílio apareceu na Globo. só que o destaque foi negativo. nos gols da rodada, o Jornal da Globo de ontem à noite mostro em rede nacional a surra que o Marinheiro levou na Ressacada: 3 a 1 para o Avaí. é… a quinta derrota consecutiva levou à globalização do vexame…

 

# acontece na noite de hoje, às 20 horas, o lançamento da Revista Porto Cênico: Formação Estética e Poética. o evento, que também comemora os cinco anos de existência do grupo de teatro itajaiense, será no Núcleo Artístico, Rua Fiúza Lima, 387, Vila Operária.

 

# participe você também da campanha “Acorda, Benedito!”.

 

# ah, e para felicidade de poucos e descontentamento de muitos, esta semana não sai o Correio Popular. os dias de Reinado de Momo – quando praticamente nada acontece aqui na província – tornaram inviável a quinta edição. mas semana que vem estaremos de volta, a todo vapor.

 

# devidamente espanadas as cinzas de mais um Carnaval, 2009 finalmente começa. uma boa mostra disso é movimentação aqui na nossa blogosfera. entre aqueles que ainda estavam meio “sonolentos”, praticamente todos já estão intensificando as atividades.

 

# recomendo aos amigos e amigas a leitura de “Amor Líquido”, do filósofo Zygmunt Bauman. fica ainda mais interessante se for temperada por uma visita ao blog de Felipe Damo.

 

# trilha sonora sugerida: “Paradeiro”, Arnaldo Antunes.

 

 

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lennon

poet, prophet and rock'n'roll genious.

lennon: poet, prophet and rock'n'roll genious.

“sou um artista,

não um

cavalo de corridas”.

john lennon


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uma das partes que caiu...

uma das partes que caiu...

 

 

Cadê a proteção?

por Rubia Cristina dos Santos, jornalista itajaiense

Quem consegue dormir com um prédio de cerca de 13 andares sendo construído ao lado de sua casa sem proteção alguma? Este é o nosso caso, moradores ao lado da construção do prédio da Bravacom, na rua Umbelino de Brito, perto da rua Brusque, em Itajaí.

No fim da tarde desta terça-feira, às 18h, um estrondo nos atordoou, seguido de um monte de madeiras de compensado que caíram na nossa casa, a única sorte é que não machucou ninguém. Só na nossa casa, foram umas quatro madeiras, contando com a garagem e o carro. Mas os compensados também sobrevoaram o “aconchego” de nosso lar e foram quebrar o telhado dos vizinhos ao lado, que tiveram móveis encharcados com a chuva, e que também estão indignados com a imprudência.

Eles vão consertar? As telhas serão repostas? A lataria do carro será consertada? Não importa, isto é o mínimo que eles podem fazer, porque se caísse na cabeça de alguém, não haveria conserto. Pior, poderia deixar a pessoa com sequelas para o resto da vida. Outra sorte é que, no exato momento, minha mãe não estava levando a bagagem para o carro, pois é o que ela estava fazendo, já que iriam viajar.

Esta não foi a primeira vez, já despencou no ano passado um ferro enorme bem no terraço onde estendemos nossas roupas no varal. Haja coragem para estender as que estão na máquina. Por sorte, ontem, eu as recolhera há uns 20 minutos antes do fato, pois parecia que iria chover.

Já havia reclamado antes, disseram que era assim mesmo, que tudo estava de acordo com as normas. Já havia entrado em contato com o CREA, mandaram falar com o Ministério do Trabalho. Fui ao Ministério há uns três meses e nada aconteceu.

A cada ventania, não serão eles que ficarão com medo de transitar dentro da própria casa. Não são eles que tentam dormir e não conseguem, amedrontados com mais um desabamento.

Vocês conseguiriam dormir? Nós, não. Que Deus proteja nossas cabeças, já que as pessoas que deveriam se preocupar não estão nem aí.

* Rubia Cristina dos Santos, moradora ao lado da construção.

fachada da casa danificada por uma das madeiras que cairam da construção vizinha

fachada da casa danificada por uma das madeiras que caíram da construção vizinha


O objetivo deste texto é a conscientização relacionada à prevenção de acidentes envolvendo construtoras. Basta saber que no prédio ao lado desta casa não havia nem tela de proteção.

Para mais informações, Rubia Santos atende no telefone 8804.5417.


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fala, Raul!

viva a sociedade alternativa!

viva a sociedade alternativa!

“todo jornal que eu leio

me diz que a gente já era,

que já não é mais primavera…

oh, Baby,

oh, Baby,

a gente ainda nem começou…”


Raul Seixas, “Cachorro Urubu”

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2008: valeu a pena.

bloco carnavalesco "Baiacu de Alguém". Sto. Antônio Lisboa, Floripa. Dez/2008.

bloco carnavalesco "Baiacu de Alguém". Sto. Antônio Lisboa, Floripa. dez/2008. foto: Adércia Hostin.

por tudo aquilo que vivemos. por tudo o que fizemos. e até mesmo o que deixamos de fazer. e todos os momentos: mágicos, dolorosos, sublimes… intensos!

por tudo isso. e mais todos os nossos sonhos, conquistas, derrotas, frustrações e superações. surpresas. e tantas certezas: muitas diluídas pelas águas ou levadas pelos ventos; outras tantas firmes, como rochedos esculpidos pelo mar. por todas as cicatrizes, aprendizados, quedas e triunfos.

e, sobretudo, pela insistente esperança, pela teimosia revolucionária e por sabemos que é possível – na verdade, necessário – seguirmos adiante. com suor, com prazer e inspiração. e poesia, por que não?

por tudo isso… por mim e, ainda mais, por vocês. e por todo amor que somos capazes de manifestar: sabemos que valeu a pena.

 

 

a vocês, meus queridos leitores e minhas queridas leitoras: todo o meu respeito, minha gratidão, meus sorrisos, minha emoção e minhas lágrimas.


 

 

 

 

 

* espero vocês aqui em 2009. felicidades!

 

 

andrepinheiro, 31/12/2008

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sim. este blog está parado faz um tempo. e não é preciso explicar muito o(s) motivo(s). as águas vieram. e vieram. e vieram. e destruíram comunidades inteiras, ruas e casas; e levaram roupas, móveis, livros. e levaram vidas. destruíram sonhos.

trouxeram apreensão, desespero, angústia. e também a necessidade, o desejo e a única alternativa: reconstruir; ressurgir; recomeçar.

e agora que as águas baixaram, os trabalhos já são menos intensos e as coisas – não todas – parecem próximas de uma certa normalidade, tentaremos retornar ao ritmo das postagens por aqui. tentaremos, nao. retornaremos.

andrepinheiro, 05/12/08.

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back to life.

    

     

back to life.

 

       

após um não-programado recesso, estamos de volta às atividades deste blog. foram muitos os aprendizados e lutas no front. uma constante alternância de tristezas e alegrias, desalentos e euforias em espaço de segundos, verdadeira “montanha russa emocional”.

 

muita garra e espírito de aventura. no mais, reafirmar algumas convicções e rechaçar, definitivamente, várias outras. para conhecer as pessoas, estejam elas deste ou do outro lado da fronteira, nada como situações extremas.

 

e mesmo diante de uma derrota, é preciso sempre levar em conta as grandes lições e algumas vitórias importantes. afinal, mesmo perdendo é importante saber sair de uma guerra fortalecido. seja pela própria experiência, pela riqueza do aprendizado e até mesmo pela renovação da certeza de que é sempre possível (e necessário) começar de novo.

 

 

andrepinheiro, 19/10/08

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