nada, nada
(baladinha de rimas pobres)
nada, nada.
nada, não.
nada mais para o momento
sigo leve como o vento
que assovia uma canção
e não é nada;
é nada, não
nada além de sofrimento
solidão e desconcerto
que te corta o coração
nossa balada
não soa em vão:
ergue a voz ao firmamento
e em forma de encantamento
clama por libertação
oi nada, nada
oi nada, não
voa, passarada
rumo à amplidão
segue essa estrada
rumo [...]
Posts de Março, 2009
nada, nada (baladinha de rimas pobres)
Publicado em Uncategorized em Março 27, 2009 | 4 Comentários »
confissão #1: outono
Publicado em Uncategorized em Março 26, 2009 | 5 Comentários »
outono
são todas as coisas tão magníficas e inexplicáveis que trazem sentido (colorido) à vida. é o vaivém, o ritmo – quase rito – do pulsar dos tambores das emoções sobressaltos bem aqui dentro e lá: here, there and everywhere. esta estrada que nunca termina é o meu amor. abracadabra-sem-fim. indecifrável. são tantas explosões inesperadas, simultâneas. [...]
quarta: lançamentos hoje!
Publicado em Uncategorized em Março 25, 2009 | 8 Comentários »
Nesta quarta, 25, a cena artístico-cultural de Itajaí estará em movimento. A noite promete, com dois lançamentos, quase simultâneos, de trabalhos de grande qualidade:
>>> “DOMÉSTICAS PARA VIDA: QUANDO O TRABALHO É NA CASA DO OUTRO”
documentário de Paulo Henrique de Moura
* às 20 horas, no Café e Cultura, Mercado Público, Centro de Itajaí.
>>> “DESPIR-TE”
livro de [...]
drops #2
Publicado em Uncategorized em Março 23, 2009 | 3 Comentários »
drops #2
# e ao completar 90 anos o Clube Náutico Marcílio Dias dá um presentão à sua torcida. ô lôco, hein, meu?
# o importante, no entanto, é que todos estão sorrindo.
# muito bom o som da banda Zóio d’Água. na sexta-feira, 20, quebraram tudo no Café e Cultura, no Mercado Público.
# por estes últimos [...]
errância
Publicado em Uncategorized em Março 3, 2009 | 7 Comentários »
errância
i – da criação (sombra e luz)
um poema
nem sempre
é uma obra-prima
(na verdade, quase nunca)
é preciso, às vezes,
usar de força,
intrepidez
e certos sentimentos
sombrios
para trazer
o verso à luz
é necessária
a coragem
para assumir-admitir
seus medos,
fracassos e limitações;
despir-se
do convencional,
politicamente correto
e socialmente celebrado;
não expor,
mas também
não ocultar
suas feridas,
seus tombos e dores e lágrimas,
sua errância cega
em direção às utopias
ii – liberdade
colocar os pés
e o espírito
na [...]